Também eu

Digite o que lhe apetece. E eu aprovo ou não. Ponto final.  

- Ofereço-te um gelado. Queres? - Não. Preferia pipocas. - Está bem, coração. Mas primeiro vamos às bifanas.

- Ofereço-te um gelado. Queres?
- Não. Preferia pipocas.
- Está bem, coração. Mas primeiro vamos às bifanas.

— Há 1 semana
#portugal  #pessoal  #fotografia 
Aparição de Avalovara

Aparição de Avalovara

— Há 1 semana
#portugal  #pessoal  #fotografia 
De acordo com a mais recente previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o próximo Congresso das Gaivotas do Porto começa amanhã.

De acordo com a mais recente previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o próximo Congresso das Gaivotas do Porto começa amanhã.

— Há 1 semana
#portugal  #pessoal  #fotografia 
Na “fronteira” do paraíso com outra coisa qualquer… Julho 2014

Na “fronteira” do paraíso com outra coisa qualquer…
Julho 2014

— há Há 2 semanas com 1 nota
#portugal  #pessoal  #fotografia 
Óleo sobre água Julho 2014 © Direitos reservados

Óleo sobre água
Julho 2014
© Direitos reservados

— há Há 2 semanas com 1 nota
#portugal  #pessoal  #fotografia 

A Morte está a abater-se sobre os meus afectos a um ritmo excessivo.

A Morte está a abater-se sobre os meus afectos a um ritmo excessivo.

— Há 2 semanas
#portugal  #pessoal 

We´ll always have Casablanca

— Há 2 semanas
#pessoal 
Notas sobre o primeiro Benfica que vi na época 2014/2015
  1. A crer nas crónicas de pré-temporada, esperava uma equipa desfeita, sem ideias e incapaz. Frente ao Rio Ave, na noite de domingo, vi uma equipa feita, com ideias e capaz, apesar das insuficiências próprias desta fase do ano futebolístico.
  2. É óbvio que, individualmente, o valor dos jogadores da Luz é muitíssimo superior ao dos seus adversários, o que equivale a dizer que é necessário esperar pelos próprios jogos para perceber o que se pode esperar da nova defesa do Benfica. Luisão e Garay juntos rondavam a perfeição. Luisão e Jardel, e sem qualquer desprimor para Jardel, não é a mesma coisa.
  3. No meio-campo o Benfica mantém-se criativo, capaz de empurrar a equipa para frente. A eventual saída de Enzo Perez colocará novos desafios e, especialmente aqui, ganham especial acuidade as necessidades de contratação defendidas por Jorge Jesus.
  4. No meio-campo e na dianteira. Nunca tanto tempo pensei na falta que fazem Rodrigo ou Tacuara.
  5. E, já agora, registe-se. Jorge Jesus não é um treinador normal: está muito acima da média, em qualquer do Mundo, porque só técnicos nessa condição superlativa poderão, em seis anos consecutivos, fazer o imenso que já fez por um mesmo clube em condições completamente distintas e díspares.
  6. Sem as contratações em falta, o Benfica não conseguirá arriscar em todas as frentes, como tem feito.

P.S: Só voltarei a escrever sobre futebol nas vésperas no Natal, altura em que o Sporting vai começar a evidenciar o início do declínio desportivo após três meses de sonho.

— Há 3 semanas
#portugal  #pessoal  #futebol 
Humphrey Bogart e Lauren Bacall foram a banhos hoje.

Humphrey Bogart e Lauren Bacall foram a banhos hoje.

— Há 3 semanas
#portugal  #pessoal  #fotografia 
"Give a person a gun, and he can rob a bank. Give a person a bank, and he can rob everyone."
 
— Há 3 semanas
#portugal  #pessoal 
Leituras, futebol, sexo & macacadas
Há anos que sou um incorrigível viciado em notícias. Gosto de ler, do cheiro a tinta impresso em papel, e entretanto também aprendi a ler (e a escrever) no monitor, é cómodo e fica mais barato, mas depressa compreendi que é a melhor forma de engolirmos trinta e cinco erros, ortográficos e de sintaxe, a cada centro e vinte palavras (sobretudo as digitadas).
E, basicamente, leio tudo. A leitura varia consoante o humor do dia, o tempo disponível, a estação do ano ou qualquer outro pormenor de somenos importância. Uma noite, e à falta de melhor para sossegar com as estrelas, dei comigo a ler… a lista telefónica!
Ler faz bem, independentemente do assunto, do autor ou do estilo, sobretudo quando o faço em modo crítico, ainda que no dia seguinte possa não recordar rigorosamente nada da véspera. Por exemplo, ler a bula do antidepressivo do costume pode ser um bom avanço no território da literatura do impenetrável. Também há sempre a hipótese de surgir no caminho algo do género venha a Paços de Ferreira ver o que de melhor e mais inovador há no mobiliário nacional, ou, então, Verão extraordinário do Mondego para cima só se for Super Bock.
Mas a imaginação tem limites. Li no “Libé” que “a esquerda italiana não salvou o L’Unità” e fiquei surpreendido com o texto do correspondente em Roma, simplesmente porque, por analogia, se calhar, precipitada, não consigo conceber o fim do “Avante” em Portugal. Li, também, em “O Globo”, que o Brasil aplicou nove a um (9-1!!!) à Alemanha. Claro que estou a referir-me ao futebol, mas, neste caso, foi praticado por escritores que jogam à bola e que, depois de um zero a zero, em Maio, contrataram um treinador que mostrou saber estudar o adversário e preparar uma táctica arrasadora para a Feira do Livro de Frankfurt… Li, ainda, e em vários sítios, que a Argentina não pagou o que devia, mas aprendi que a questão da dívida pública, cada vez mais falada aqui, nasceu por lá em 1824. E que, agora, o país sul-americano com a capital mais europeia não tem mesmo como evitar… o prego!
Isto para não falar de sexo. Nesta matéria há um infindável manancial que nem a Geena Davis, nos seus momentos mais sensuais antes de ter visto a luz, aguentaria. O JN de sexta-feira brindou-me com o sexo oral como Via Verde para o orgasmo, com direito a título de capa que me impeliu para as páginas do interior e, também, para um enorme frustração: a cara não bateu com a careta. A Clara Pinto Correia das imagens recuperadas para a versão papel do “Jornal de Notícias” multiplica-se em orgasmos, ao passo que a “Cosmopolitan” explica, com desenhos, como é que, no mínimo, há vinte e oito formas diferentes das mulheres se relacionarem com mulheres, uma espécie de kamasutra lésbico avançado.
Mas a notícia mais excitante, mesmo, da última leitura foi a dos homens que, na Índia, são contratados para assustar macacos. Pintam a cara tal e qual como os seus irmãos de uma determinada espécie, guincham e saltam de arbustos e árvores assustando, assim, os verdadeiros macacos da cidade que andam a pilhar. De repente, lembrei-me de Durão Barroso e Carlos Moedas, e mais de António José Seguro e António Costa, de Paulo Portas e de Nuno Melo, de Jerónimo Sousa e Jorge Cordeiro, e de João Semedo e Catarina Martins, e, a páginas tantas, já não sabia quem era o dito, nem o contratado para fazer de macaco.

Leituras, futebol, sexo & macacadas

Há anos que sou um incorrigível viciado em notícias. Gosto de ler, do cheiro a tinta impresso em papel, e entretanto também aprendi a ler (e a escrever) no monitor, é cómodo e fica mais barato, mas depressa compreendi que é a melhor forma de engolirmos trinta e cinco erros, ortográficos e de sintaxe, a cada centro e vinte palavras (sobretudo as digitadas).

E, basicamente, leio tudo. A leitura varia consoante o humor do dia, o tempo disponível, a estação do ano ou qualquer outro pormenor de somenos importância. Uma noite, e à falta de melhor para sossegar com as estrelas, dei comigo a ler… a lista telefónica!

Ler faz bem, independentemente do assunto, do autor ou do estilo, sobretudo quando o faço em modo crítico, ainda que no dia seguinte possa não recordar rigorosamente nada da véspera. Por exemplo, ler a bula do antidepressivo do costume pode ser um bom avanço no território da literatura do impenetrável. Também há sempre a hipótese de surgir no caminho algo do género venha a Paços de Ferreira ver o que de melhor e mais inovador há no mobiliário nacional, ou, então, Verão extraordinário do Mondego para cima só se for Super Bock.

Mas a imaginação tem limites. Li no “Libé” que “a esquerda italiana não salvou o L’Unità” e fiquei surpreendido com o texto do correspondente em Roma, simplesmente porque, por analogia, se calhar, precipitada, não consigo conceber o fim do “Avante” em Portugal. Li, também, em “O Globo”, que o Brasil aplicou nove a um (9-1!!!) à Alemanha. Claro que estou a referir-me ao futebol, mas, neste caso, foi praticado por escritores que jogam à bola e que, depois de um zero a zero, em Maio, contrataram um treinador que mostrou saber estudar o adversário e preparar uma táctica arrasadora para a Feira do Livro de Frankfurt… Li, ainda, e em vários sítios, que a Argentina não pagou o que devia, mas aprendi que a questão da dívida pública, cada vez mais falada aqui, nasceu por lá em 1824. E que, agora, o país sul-americano com a capital mais europeia não tem mesmo como evitar… o prego!

Isto para não falar de sexo. Nesta matéria há um infindável manancial que nem a Geena Davis, nos seus momentos mais sensuais antes de ter visto a luz, aguentaria. O JN de sexta-feira brindou-me com o sexo oral como Via Verde para o orgasmo, com direito a título de capa que me impeliu para as páginas do interior e, também, para um enorme frustração: a cara não bateu com a careta. A Clara Pinto Correia das imagens recuperadas para a versão papel do “Jornal de Notícias” multiplica-se em orgasmos, ao passo que a “Cosmopolitan” explica, com desenhos, como é que, no mínimo, há vinte e oito formas diferentes das mulheres se relacionarem com mulheres, uma espécie de kamasutra lésbico avançado.

Mas a notícia mais excitante, mesmo, da última leitura foi a dos homens que, na Índia, são contratados para assustar macacos. Pintam a cara tal e qual como os seus irmãos de uma determinada espécie, guincham e saltam de arbustos e árvores assustando, assim, os verdadeiros macacos da cidade que andam a pilhar. De repente, lembrei-me de Durão Barroso e Carlos Moedas, e mais de António José Seguro e António Costa, de Paulo Portas e de Nuno Melo, de Jerónimo Sousa e Jorge Cordeiro, e de João Semedo e Catarina Martins, e, a páginas tantas, já não sabia quem era o dito, nem o contratado para fazer de macaco.

— Há 4 semanas
#portugal  #pessoal